Sei que passou bastante tempo sem eu escrever, e como várias pessoas que me conhecem bem, me dizeram uma vez: "Quero só ver até quando vai durar esse blog..."
Não é por desinteresse, é que nunca foi meu feitio ficar relembrando pra escrever de momentos que já passaram, enquanto está a todo momento acontecendo algo novo. Ainda mais agora que com a minha eterna busca nessa vida, aprendi a viver o momento, aqui e agora. Coisa minha.
Respeitando meu corpo e minha mente, hoje estou com tempo solto e livre, apesar de triste, pela perda de uma pessoa muito querida no meu círculo (assunto que não convém entrar em detalhes aqui no Blog), e então, aproveito que estou um tanto introspectiva, para escrever.
Desde que coloquei as novas programações, como relata no meu último post, ainda estou nesse mapeamento, mais especificamente na primeira programação, P1, pq a P2 já fica muito intensa pra mim, e uso a P4 para escutar músicas, que isola os ruídos externos...
O que realmente mudou é a percepção sonora do que eu já escutava, escuto mais aclareado, por assim dizer...
Quanto a sons novos, escutei passarinhos, coisa mega fofinha!!!! Estava eu sozinha, esperando a Carol na rua, que ela foi entregar uns livros, e de repente escutei uns barulhinhos bem suaves e repetitivos, mas gosotoso de escutar, e comecei a procurar de onde vinha... percebi q era do alto, e olhei para as árvores, mas não tinha vento... daí achei um monte de passarinhos!!!! Vários, e cantando e fiquei observando, o movimento que eles faziam acompanhava o som... então, descobri!
Passarinhos... coisa mais linda. Fiquei ali de pé, fechei os olhos, e me concentrei só neles um longo tempo. Uma sensação muito boa, essa. Mais uma coisa linda da Mãe Natureza...
E conheci som de flauta de bambu, que o Augusto me mostrou, muito bom e suave, e tentando descrever: me pareceu como assovio, mas com mais intensidade e ritmado. Ao vivo, os sons dos instrumentos parecem que ganham mais vida e cor. Não sei se conseguem entender o que quero dizer... Mas enfim, é lindo. Obrigada, Augusto, pelo momento especial.
E as musicas são uma eterna descoberta pra mim... é o que mais preenche meu dia. E agora que começou a época de ventos e chuvas, tenho sentado junto à janela pra escutar a chuva... E estes dias estava um vento norte muito agradável, eu adoro, me dá uma nostalgia, e a Elenita me perguntou: "Gisa, está escutando um sonzinho baixinho..." e eu prestei atenção e ela descreveu o som, porque assim, eu estou sempre escutando todos barulhos ao redor, mas tenho que me concentrar e identificar e aprender, porque é muita coisa ao mesmo tempo... daí me concentrei e escutei um barulhinho bem suave de varias coisinhas se mexendo rapidinho, e eram as folhas secas no chão. Ah, o outono... E a Elenita que me acompanha sempre nos meus momentos, todos eles, e agradeço sempre por ter essa pessoinha iluminada em minha vida. Dispensa comentários.
Assim como tudo na vida, tem os momentos de perda, escutei pela primeira vez pessoas chorando, e tive que desligar o aparelho, não sei porquê, mas não deu para aguentar... É uma energia que preenche com muita tristeza, dor e angústia, e eu senti que precisava passar àquelas pessoas paz e luz. E me concentrei nisso na forma que eu melhor conhecia. No meu mundo silencioso.
Por ora, é o que eu me lembro... os outros barulhos que aprendi, que tomaram conta da minha rotina, continuam sendo algo gratificante em minha vida, escuto a Dorothy latir, as pessoas falando, a Carol pelo apartamento, água correndo, chuva "caindo", músicas, tudo é singular e infinitamente especial. Ao menos pra mim...
Tudo ao meu redor ganhou mais cor e intensidade com sons preenchendo a minha vida.
Espero que continue sempre assim, que eu nunca me "acostume".
Passarinhos... coisa mais linda. Fiquei ali de pé, fechei os olhos, e me concentrei só neles um longo tempo. Uma sensação muito boa, essa. Mais uma coisa linda da Mãe Natureza...
E conheci som de flauta de bambu, que o Augusto me mostrou, muito bom e suave, e tentando descrever: me pareceu como assovio, mas com mais intensidade e ritmado. Ao vivo, os sons dos instrumentos parecem que ganham mais vida e cor. Não sei se conseguem entender o que quero dizer... Mas enfim, é lindo. Obrigada, Augusto, pelo momento especial.
E as musicas são uma eterna descoberta pra mim... é o que mais preenche meu dia. E agora que começou a época de ventos e chuvas, tenho sentado junto à janela pra escutar a chuva... E estes dias estava um vento norte muito agradável, eu adoro, me dá uma nostalgia, e a Elenita me perguntou: "Gisa, está escutando um sonzinho baixinho..." e eu prestei atenção e ela descreveu o som, porque assim, eu estou sempre escutando todos barulhos ao redor, mas tenho que me concentrar e identificar e aprender, porque é muita coisa ao mesmo tempo... daí me concentrei e escutei um barulhinho bem suave de varias coisinhas se mexendo rapidinho, e eram as folhas secas no chão. Ah, o outono... E a Elenita que me acompanha sempre nos meus momentos, todos eles, e agradeço sempre por ter essa pessoinha iluminada em minha vida. Dispensa comentários.
Assim como tudo na vida, tem os momentos de perda, escutei pela primeira vez pessoas chorando, e tive que desligar o aparelho, não sei porquê, mas não deu para aguentar... É uma energia que preenche com muita tristeza, dor e angústia, e eu senti que precisava passar àquelas pessoas paz e luz. E me concentrei nisso na forma que eu melhor conhecia. No meu mundo silencioso.
Por ora, é o que eu me lembro... os outros barulhos que aprendi, que tomaram conta da minha rotina, continuam sendo algo gratificante em minha vida, escuto a Dorothy latir, as pessoas falando, a Carol pelo apartamento, água correndo, chuva "caindo", músicas, tudo é singular e infinitamente especial. Ao menos pra mim...
Tudo ao meu redor ganhou mais cor e intensidade com sons preenchendo a minha vida.
Espero que continue sempre assim, que eu nunca me "acostume".
Paz e Luz.
Namastê
Nenhum comentário:
Postar um comentário