AAAAAAAhhhh!!!!
Esqueci de contar que, fui pra Santa Maria no finde passado, e
visitei a Luana,minha amiga querida do coração,
estávamos tomando chimas, fazendo o que as mulheres fazem de
melhor: conversando - e ela resolveu fazer pipoca: consegui escutar
desta vez!!!!!!!!!!!!!!!! Vivaaaaaa!
Que
máximo... Pena que dura pouco tempo, e não dá
pra sair fazendo pipoca adoidada né... (Recadinho pra Lu: A
gente faz de novo da próxima vez né amiga!!!!)
E
mais, ontem fui pra POA fazer novo mapeamento. Estou com quatro novos
programas! Minto, três novos programas, o primeiro é o
terceiro programa do mapeamento anterior.
Estava
pensando agora em como explicar como funciona isso... então, a
começar pelo começo, peguei um material pra quem quiser
entender melhor como funciona o IC:
Em
relação ao funcionamento do implante coclear, este
dispositivo é constituído por dois componentes: um
interno e outro externo. Para que todo o sistema funcione,
propiciando ao usuário a sensação de audição,
faz-se necessário: um
microfone para captação do som, um processador de sinal
para a conversão do sinal acústico em sinal elétrico
e um sistema de transmissão capaz de enviar esses sinais para
o eletrodo ou feixe de eletrodos inseridos na cóclea.
Para
que a informação advinda do IC possa ser interpretada
pelo córtex cerebral, o sinal acústico deve ser captado
pelo microfone do equipamento e codificado em sinais elétricos
pelo processador de fala para que serem transmitidas e processadas
pelo receptor-emissor interno. Os impulsos elétricos
processados pelo receptor-emissor interno serão enviados a
eletrodos intracocleares específicos.
Durante
o mapeamento e balanceamento dos eletrodos, o fonoaudiólogo
deverá determinar os ajustes necessários para que o
processador de fala seja capaz de converter de maneira efetiva a
informação acústica em uma área dinâmica
de corrente elétrica adequada para cada eletrodo. A escolha do
modo de estimulação dos eletrodos corresponde à
localização do eletrodo indiferente (referência)
em relação ao eletrodo ativo (estimulado).
Detalhes...
só estou colocando aqui uma base para entendimento, não
vamos escrever um livro ta???
Na
programação do processador de fala, medidas
psicofísicas devem ser registradas por meio de técnicas
subjetivas e objetivas.
O
nível T representa o limiar de estimulação
elétrica e é definido como o nível mínimo
de estimulação elétrica necessária para
eliciar uma sensação auditiva. O nível C
representa o limiar de desconforto do usuário para estimulação
elétrica.A
área dinâmica para a utilização da
estimulação elétrica em usuários de IC
deve estar compreendida entre o menor nível de estimulação
capaz de causar uma sensação auditiva e o nível
de maior conforto do estimulo elétrico para o paciente.
Os
níveis T e C permanecem fixos durante todo o acompanhamento
para mapeamento e balanceamento dos eletrodos.Existe
uma variação dos níveis T e C, principalmente no
primeiro uso do dispositivo. De acordo com o tempo de uso do IC,
diferentes ajustes e parâmetros podem ser modificados
utilizados na programação do dispositivo.
Enfim,
se deu pra entender, ótimo, se não... o google
explica!!! Pesquisa lá!!!
Então,
está mais ampla a sensação da audição
agora, vamos ver as novas experiências...
Não,
ainda não tem!
Cheguei
ontem de tardezinha, e tive aula de meditação ativa, e
vou contar... Conciliar entre a nova audição e uma nova
meditação foi uma aventura. Saí de lá
leve e fora da casinha. Para os curiosos: meditação
ativa é com muita música, muitos movimentos, danças,
imaginação, interação, e muita energia.
Vale a pena conferir!
Cheguei
em casa, e fui dormir!
E...
The End.
Amanhã
quem sabe conto mais, ou mais além...
Por
ora, vou deixando meus sinceros sentimentos de PAZ e LUZ nessa
véspera de feriado, de unir pessoas que amamos, e canalizar
toda energia positiva que se há!!!
Uma
ótima Páscoa a todos!!!
Namastê
Nenhum comentário:
Postar um comentário