1 de abr. de 2010

*** Sem Título****

AAAAAAAhhhh
AAAAAAAhhhh!!!! Esqueci de contar que, fui pra Santa Maria no finde passado, e visitei a Luana,minha amiga querida do coração, estávamos tomando chimas, fazendo o que as mulheres fazem de melhor: conversando - e ela resolveu fazer pipoca: consegui escutar desta vez!!!!!!!!!!!!!!!! Vivaaaaaa!
Que máximo... Pena que dura pouco tempo, e não dá pra sair fazendo pipoca adoidada né... (Recadinho pra Lu: A gente faz de novo da próxima vez né amiga!!!!)

E mais, ontem fui pra POA fazer novo mapeamento. Estou com quatro novos programas! Minto, três novos programas, o primeiro é o terceiro programa do mapeamento anterior.

Estava pensando agora em como explicar como funciona isso... então, a começar pelo começo, peguei um material pra quem quiser entender melhor como funciona o IC:
AAAAAAAhhhh


AAAAAAAhhhh
Em relação ao funcionamento do implante coclear, este dispositivo é constituído por dois componentes: um interno e outro externo. Para que todo o sistema funcione, propiciando ao usuário a sensação de audição, faz-se necessário: um microfone para captação do som, um processador de sinal para a conversão do sinal acústico em sinal elétrico e um sistema de transmissão capaz de enviar esses sinais para o eletrodo ou feixe de eletrodos inseridos na cóclea.
Para que a informação advinda do IC possa ser interpretada pelo córtex cerebral, o sinal acústico deve ser captado pelo microfone do equipamento e codificado em sinais elétricos pelo processador de fala para que serem transmitidas e processadas pelo receptor-emissor interno. Os impulsos elétricos processados pelo receptor-emissor interno serão enviados a eletrodos intracocleares específicos.
Durante o mapeamento e balanceamento dos eletrodos, o fonoaudiólogo deverá determinar os ajustes necessários para que o processador de fala seja capaz de converter de maneira efetiva a informação acústica em uma área dinâmica de corrente elétrica adequada para cada eletrodo. A escolha do modo de estimulação dos eletrodos corresponde à localização do eletrodo indiferente (referência) em relação ao eletrodo ativo (estimulado). 
 
Detalhes... só estou colocando aqui uma base para entendimento, não vamos escrever um livro ta???

Na programação do processador de fala, medidas psicofísicas devem ser registradas por meio de técnicas subjetivas e objetivas.
O nível T representa o limiar de estimulação elétrica e é definido como o nível mínimo de estimulação elétrica necessária para eliciar uma sensação auditiva. O nível C representa o limiar de desconforto do usuário para estimulação elétrica.A área dinâmica para a utilização da estimulação elétrica em usuários de IC deve estar compreendida entre o menor nível de estimulação capaz de causar uma sensação auditiva e o nível de maior conforto do estimulo elétrico para o paciente.
Os níveis T e C permanecem fixos durante todo o acompanhamento para mapeamento e balanceamento dos eletrodos.Existe uma variação dos níveis T e C, principalmente no primeiro uso do dispositivo. De acordo com o tempo de uso do IC, diferentes ajustes e parâmetros podem ser modificados utilizados na programação do dispositivo.

Enfim, se deu pra entender, ótimo, se não... o google explica!!! Pesquisa lá!!!

Então, está mais ampla a sensação da audição agora, vamos ver as novas experiências...
Não, ainda não tem!
Cheguei ontem de tardezinha, e tive aula de meditação ativa, e vou contar... Conciliar entre a nova audição e uma nova meditação foi uma aventura. Saí de lá leve e fora da casinha. Para os curiosos: meditação ativa é com muita música, muitos movimentos, danças, imaginação, interação, e muita energia. Vale a pena conferir!

Cheguei em casa, e fui dormir!

E... The End.

Amanhã quem sabe conto mais, ou mais além...
Por ora, vou deixando meus sinceros sentimentos de PAZ e LUZ nessa véspera de feriado, de unir pessoas que amamos, e canalizar toda energia positiva que se há!!!

Uma ótima Páscoa a todos!!!

Namastê

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